Adam Smith
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Curiosidades

Quem foi Adam Smith

Adam Smith, nascido em 5 de junho 1723 na cidade de Kirkcaldy, foi um importante filósofo e economista escocês do século XVIII, falecendo na cidade de Edimburgo do dia 7 de julho de 1790, sem ter tido casamento. Foi um crítico da política Inglesa de inglaterra (e de outro países metrópoles da época) perante sua colônia, os Estados Unidos, com seus impostos elevados e as situações de monopólio. Afirmava que as altas restrições iriam acabar pois iria criar ira nos americanos, fazendo os mesmos revoltassem-se contra a Inglaterra. Sendo assim a solução proposta por ele seria as medidas extremas de protecionismo concedendo assim um participação política dos americanos em território inglês.
Aos 16 anos de idade, Adam Smith entrou na universidade de Glasgow onde pretendia estudar Filosofia, tendo assim aulas com Francis Hutcherson.
Em 1748 já lecionava em Edimburgo, fazendo além conferencias, já em 1751 lecionou aulas de lógica e filosofia moral na Universidade de Glasgow.
Dentro da Universidade Smith tornou-se amigo de David Hume, sendo em 1758 eleito como reitor da Universidade. No ano seguinte publicou seu primeiro livro “A Teoria dos Sentimentos Morais”.
No ano de 1763, Adam Smith foi promovido ao cargo de tutor do duque Buccleuch, renunciando assim sua profissão como professor da Universidade de Glasgow.
1764 e 1766 mudou-se para a França, conhecendo assim grandes intelectuais como Voltaire, Alembert, Turgot, Jean-Jacques,Rosseau,François Quesnay e Helvetius, e com essas novas amizades começo a frequentar salões de literatura onde pôde fazer mais contato com filósofos do iluminismo.
Seu segundo livro “A Riqueza da Nações” foi publicado em 1776, porém deu-se início a escrita em 1767 quando retornou de Kirkcaldy, sendo sua obra concluída em Londres.
Sendo chamado em 1778 para ser comissário da alfândega da Escócia, tendo como meta proibir o contrabando, porém em seu livro dizia totalmente o oposto, ou seja, a prática do contrabando era defendida.

Importância:

Smith é considerado aquele que mais contribuiu para uma moderna concepção de economia de livre mercado. Contendo no seu livro mais importante “Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações”, a riqueza das nações e dos indivíduos em geral no qual eram fruto de seus interesses próprios (self-interest) levando em conta que o bem que todos os indivíduos propor sé da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu próprio ‘auto interesse”’.

Objetivo Principal:

Smith era propriamente defensor do livre mercado, onde forças “invisíveis” fizessem com que os comerciante e indústrias brigassem por novas descobertas tecnológica para aprimoramento de seus serviços, ocasionando o declínio do preço de suas mercadorias tendo como consequência mais oportunidades de empregos.

Seu trabalho:

Smith ajudou a construir a fundação de disciplinas modernas acadêmicas de livre mercado, assim promovendo um dos melhores tratados intelectuais sobre capitalismo e liberalismo, sendo altamente reconhecido pela sua teoria “deixa fluir livremente” (laissez-faire), prostrando contra as associações no século XVIII na Europa.

Smith acreditava no direito de influência livre do mercado, sem um supervisor, como o Estado ou associações. Influenciando com sua teoria o começo da industrialização da Europa, transformando a mesma em um comércio-livre, provocando o surgimento de novos empreendedores, e acabou sendo conhecido como o pai da Economia.

Suas teorias:

A sua principal e mais contraditória teoria:
Analisando a origem e o desenvolvimento dos conflitos sociais (entre classes) e analisando também como era exercido o poder na luta entre as classes, Smith afirmou que os indivíduos agiam de forma egoísta a favor de si mesmo tirando também da classe ao qual pertencem.
O conflito e o resultado desse comportamento é justificado pelas “leis da natureza” ou da divina providência”, sendo denominada por Smith como a “Mão invisível”.

Mão Invisível:

Este conceito segundo Adam Smith, tem como princípio a tendência que a economia tem em entrar em equilíbrio, sempre seguindo a lei da oferta e sua demanda, ou seja, quando algum produto tem seu preço elevado em demasia, a demanda por ele é reduzida, chegando assim a um novo equilíbrio. Smith dizendo metaforicamente, explicava que uma “mão invisível” estava atuando sobre o mercado, e que assim o levava a seguir a “Lei de oferta e procura” trazendo o mercado novamente ao equilíbrio.

A teoria do Valor, de Smith

Embora Smith nunca tenha apresentado uma teoria do valor -trabalho, formulada com coerência, apresentou muitas ideias que viriam a ser base das versões mais sofisticadas da teoria do valor- trabalho.
Em qualquer sociedade, o processo de produção pode ser reduzido a uma séria de esforços humanos, sendo que vivemos de maneira a transformar o ambiente natural para algo que nos seja mais conveniente, sendo este o ponto de partida da teoria do “valor do trabalho”.
E para qualquer mercadoria segundo Smith, teria de ser produto, ou resultado do trabalho e esforço humano, e o preço está diretamente ligado a quantidade de trabalho presente na mercadoria, e também a relação entre a quantidade do produto a ser vendido e a quantidade a ser comprada, caindo também na teoria da “oferta e da procura”.

Teoria do bem-estar econômico

Feita especificamente para políticas, onde sua principal preocupação era identificar as forças sociais e econômicas que mais estariam promovendo o bem-estar humano, dependendo da quantidade do “produto do trabalho” anual “e o número de consumidores”, podendo aumentar à medida que estivessem correspondendo com às necessidades e desejos dos compradores e usuários.

A produção tinha as seguintes exigências:

Três grupos de insumos: a terra (recursos naturais), o trabalho juntamente com o capital.
Três grupos de classes sociais capitalistas: proprietários de terras, trabalhadores e capitalistas (sendo que cada classe tem uma forma distinta de remuneração monetária).

E a sociedade acaba sendo dependente do número de trabalhadores produtivos e do nível de sua produtividade, no qual dependia da especialização ou extensão da divisão do trabalho. Tendo como principal fonte de progresso econômico o acumulo de capital, logo o trabalho era uma fonte de lucro e de maior acumulação.

Sobre a Imagem

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Riquezas das nações:
Sua obra foi escrita em 1776, Smith buscou diferenciar economia política e ciência política, a ética e a jurisprudência. Fazendo críticas à política mercantilista, esta não sendo restrita na economia. Entretanto, a teoria principal defendida por Smith, advém do crescimento econômico e da divisão do trabalho. No qual garante a redução dos custos de produção e a queda dos preços das mercadorias. Defendendo também a livre concorrência econômica e acumulação de capital essa já sendo fonte para o desenvolvimento econômico.

Referências

Fonte de Imagem:

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Fonte de Imagem:

http://img.fnac.com.br/Imagens/Produtos/261-540052-0-5-a-riqueza-das-nacoes-uma-investigacao-sobre-a-natureza-e-as-causas-da-riqueza-das-nacoes.jpg

Adam Smith (Resumo do Capítulo III – História do Pensamento Econômico, E. K. Hunt) 2015.Disponível em: < __http://umapiruetaduaspiruetas.com/2010/08/25/adam-smith-resumo-do-capitulo-iii-%E2%80%93-historia-do-pensamento-politico-e-k-hunt/__ >17 de abril, 2015

Adam Smith, Economia 2015.Disponível em: < __http://www.infoescola.com/economia/adam-smith__ >17 de abril, 2015

Autoria do Verbete

Guilherme Santanna Parizotto
Larissa Patzlaff

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